Decisão da polícia em caso envolvendo Magno Malta chama atenção e gera repercussão
A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu a investigação envolvendo o senador Magno Malta e decidiu não indiciá-lo no caso que apurava uma denúncia de suposta agressão contra uma profissional da saúde em Brasília.
O episódio ocorreu após uma técnica em radiologia afirmar que teria sido agredida durante um exame realizado em um hospital da capital federal. Segundo o relato apresentado à polícia, o senador teria reagido de forma exaltada após uma intercorrência no procedimento médico.
De acordo com informações divulgadas pela investigação, uma das principais testemunhas ouvidas afirmou não ter presenciado a suposta agressão atribuída ao parlamentar. Diante dos elementos reunidos, a Polícia Civil concluiu que não havia provas suficientes para o indiciamento de Magno Malta.
A denúncia havia sido registrada no fim de abril, depois de um exame de angiotomografia realizado no hospital DF Star. Conforme o boletim de ocorrência, a profissional relatou que o equipamento interrompeu automaticamente a aplicação do contraste após detectar um problema no acesso venoso. Ela afirmou que, ao tentar prestar assistência, teria sido atingida no rosto e ofendida verbalmente.
O senador negou as acusações desde o início. Em vídeo publicado nas redes sociais, Magno Malta declarou que jamais agrediu qualquer mulher e classificou a denúncia como falsa. A defesa do parlamentar também argumentou que ele estava sob efeito de medicações e sentia fortes dores no momento do exame, o que teria provocado apenas uma reação involuntária ao desconforto físico.
Após o encerramento do inquérito, o caso foi encaminhado ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, responsável por analisar os próximos passos do procedimento



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